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Para a IMBEL, responsabilidade ambiental é uma opção de gestão ética dos seus negócios, promovendo o equilíbrio entre as atividades industriais, o bem estar da força de trabalho da empresa e das comunidades onde se localizam suas Unidades de Produção (UP). Por meio do aperfeiçoamento dos processos de produção, do aumento da eficiência energética, da atualização tecnológica contínua de seus processos de produção e de tratamento de resíduos e efluentes, de treinamentos e de projetos de conservação e preservação de ecossistemas, buscamos crescer, sempre, de forma sustentável.

Presente em 06 (seis) diferentes municípios brasileiros, a IMBEL se orgulha de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico das regiões onde atua e reconhece que a produção industrial de itens de defesa e segurança requer uma grande preocupação com o tema ambiental. Dentre as iniciativas que demonstram a preocupação da IMBEL com a questão ambiental, destaca-se a existência e efetiva implementação do Plano de Gestão de Logística Sustentável (PLS). Ele estabelece as diretrizes para otimização da utilização de itens como papel e copos descartáveis utilizados no expediente diário, racionalização do consumo de água e de energia elétrica, além de medidas diversas para o aperfeiçoamento da sistemática de coleta seletiva de lixo, dos serviços de limpeza e conservação, da qualidade de vida no trabalho e da capacitação educacional.

Para reduzir riscos à saúde humana e ao meio ambiente, nossas operações contam com planos de ação de emergência e nossa força de trabalho frequenta, periodicamente, cursos de capacitação. A IMBEL possui um passivo ambiental que, gradativamente, vem sendo amortizado, por intermédio de uma série de projetos voltados para mitigar emissões de carbono, proteger ambientes, preservar espécies ameaçadas e conservar a biodiversidade.

Apresentamos, a seguir, atividades, projetos e programas ambientais das nossas Unidades de Produção.

Tratamento do Esgoto Sanitário

O processo adotado para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) é uma das variações de lodo ativado e se denomina Lodo Ativado por Batelada (LAB), considerando aeração prolongada. O processo caracteriza-se por realizar as etapas de equalização, enchimento, reação, decantação e drenagem do efluente tratado em um mesmo tanque. O sistema é composto por dois tanques o que possibilita o tratamento 24h por dia.

Tratamento dos Efluentes

Para os efluentes oleosos há uma Estação de Tratamento, que realiza o tratamento de separação do óleo da água provenientes das máquinas das oficinas através de processo físico: gradeamento, sedimentação, filtração, flotação, regularização e equalização. Para os demais efluentes há uma Estação de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI), a qual realiza o tratamento através de processo físico-químico: coagulação, floculação, decantação, em regime por batelada.

Comprovação da Eficiência dos Sistemas de Tratamento

Para comprovar a eficiência dos tratamentos e garantir a qualidade da água de retorno ao curso d’água, a FI conta com os serviços de empresa certificada para análises de laboratório dos efluentes brutos e tratados, cujos resultados são confrontados com os limites estabelecidos pela legislação vigente.

Tratamento do Esgoto Sanitário

A REPI possui um Sistema de Tratamento de Esgoto que é composto por um tanque (fossa) séptico seguido por um filtro anaeróbico, sendo que o tanque séptico serve para reter/sedimentar fazendo o tratamento preliminar do efluente e o filtro anaeróbico reduz o DBO (Demanda biologia de oxigênio), carga orgânica e nutriente. É um sistema que não há consumo de energia, pois funciona por gravidade.

Para comprovar a eficiência do sistema de tratamento e garantir a qualidade da água de retorno ao curso d’água, a REPI conta com os serviços de empresa certificada para análises de laboratório nos efluentes brutos e tratados, cujos resultados são confrontados com os limites estabelecidos pela legislação vigente.

Programa de Gestão Ambiental

Este programa criou um estímulo para a percepção da qualidade ambiental, através do estabelecimento de procedimentos estruturados e novos projetos que permitem os controles dos efeitos ambientais, bem como a melhoria do desempenho ambiental nas atividades, produtos e serviços da Fábrica. Os resíduos classes I e II são destinados adequadamente para uma empresa prestadora de serviços especializados, uma oportunidade na geração de um subproduto foi identificado no descarte do resíduo de ácidos (revenda do ácido nítrico residual e água ácida). A Fábrica da Estrela busca modernizar as instalações prediais para o armazenamento destes resíduos. Tais providências integram o Plano de Gerenciamento de Resíduos e Efluentes Industriais (PGREI).

Destruição de resíduos Explosivos

De acordo com orientações da CETESB, melhorias ambientais foram implantadas na Área de Destruição de Resíduos Explosivos, onde são destruídos por combustão os resíduos oriundos da fabricação de pólvoras e explosivos. Dentre as novas estruturas construidas para esse fim, destacam-se as plataformas de alvenaria para destruição de resíduos sólidos e líquidos com cobertura removível, evitando a possibilidade de geração de efluente devido a precipitações e o galpão para estoque das cinzas, para posterior destinação final.

Tratamento de Efluentes

A Estação de Tratamento de Efluentes da FPV atende aos parâmetros de tratamento físico-químico, efetuando as operações de gradeamento, desarenação, equalização, neutralização e decantação. Se necessários, tratamentos complementares são realizados por empresas especializadas e autorizadas pela CETESB.

Estação de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI)

É realizado o pré-tratamento físico-químico dos efluentes, através das etapas de gradeamento, decantação, coagulação, em regime por batelada. O efluente final é lançado na rede de captação da Companhia de Saneamento Municipal. A operação da estação é realizada por empresa especializada, que monitora continuamente os parâmetros do efluente final através de análises.

Estação de Tratamento compacta

A FMCE instalou um novo sistema compacto de tratamento de efluentes, (Estação Compacta de Tratamento – ECT) com processo de separação física, através das seguintes etapas: separação de sólidos grosseiros, óleos e graxas livres, correção de pH, coagulação, aeração, floculação, flotação e filtração.