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A IMBEL encaminhou Nota ao g1.com rebatendo colocações encontradas na matéria do dia 22/02(quinta-feira) que tratou de falhas recorrentes no armamento das forças de segurança do estado do Rio de Janeiro. 

Brasília, 22/02/2018

Acerca da matéria veiculada na edição eletrônica desse canal de notícias no dia 22 de fevereiro (5ª feira), tratando de falhas frequentes nos fuzis PARAFAL utilizados por policiais civis e militares do Rio de Janeiro em operações de segurança, a IMBEL esclarece o que se segue:

- o FAL/PARAFAL é um fuzil comprovadamente confiável, resistente e eficaz, e por tais razões foi adotado por exércitos de mais de 100 países, incluindo o Brasil. Não existem registros de mau funcionamento nos fuzis adotados e intensamente utilizados pela Força Terrestre do Brasil nas mais severas condições. Vale ressaltar também, que inúmeros outros órgãos de segurança pública do País operam com o FAL/PARAFAL, não havendo de parte deles quaisquer reclamações sobre falhas e outros incidentes;

- as falhas apresentadas no armamento das polícias militar e civil do estado do RJ decorrem do péssimo estado em que se encontram em face da inexistência de manutenções preventivas e corretivas regulares, além da falta de substituição das peças desgastadas pelo uso e pelo tempo que comprometem o seu funcionamento. Essa é uma conhecida deficiência logística daquelas instituições, apontada pelos próprios policiais entrevistados;

- até hoje, nenhum comunicado oficial das instituições de segurança pública foi enviado a esta Empresa solicitando providências para sanar falhas recorrentes no armamento. Caso tivesse sido notificada, a Empresa solicitaria perícia técnica no armamento, com o acompanhamento de engenheiros para detectar a causa do incidente;

- vale ressaltar que os fuzis em tela foram doados pelo Exército ou adquiridos da IMBEL na primeira década dos anos 2000, não existindo registros de aquisições de peças de reposição para o citado armamento desde então. Dessa forma, é lícito inferir sobre as péssimas condições do armamento e os riscos que isso traz aos seus usuários; e

- a IMBEL solicita que a autora da matéria indique a pessoa procurada na Empresa, horário e os meios empregados (e-mail e/ou telefones) a fim de obter esclarecimentos sobre o tema. Até a expedição desta Nota, a IMBEL não foi procurada por esse canal para prestar informações que pudessem contribuir com a reportagem.

Em face das contradições e da pouca profundidade jornalística encontradas na matéria que citou a IMBEL e um dos seus produtos de forma negativa, sem que fosse dada oportunidade à Empresa de manifestar-se previamente, encaminhamos o presente pedido de direito de resposta.

Por fim, sugere-se que o G1 faça uma reportagem sobre a estrutura de manutenção das polícias do Rio de Janeiro, buscando oferecer ao público informações precisas, claras e isentas sobre a real situação dos equipamentos utilizados pelas instituições. Permanecemos à disposição para outros esclarecimentos e sugerimos obter mais informações sobre a IMBEL®, acessando www.imbel.gov.br.

Atenciosamente,

Assessoria de Comunicação Institucional

 

 

 

Após contatos realizados com a central de notícias do G1, a nota de esclarecimento foi reproduzida, sendo realizadas mudanças no conteúdo da matéria original, como se pode verificar no link a seguir.

Link da Matéria: https://goo.gl/1KxPJj